"Quando a gente deseja alguma coisa...o universo todo conspira a nosso favor".
O ser humano :
Nasce sem pedir,
Vive sem saber,
Morre sem querer.
Sem Palavras
???...
Os três textos à seguir foram me enviados através de e-mail por uma amiga que eu gosto muito...e que sempre mantemos contato via internet... a Li. São textos que fazem a gente refletir sobre o momento de hoje...como estamos conduzindo o mundo (a sociedade como um todo) e outro que é uma pequena homenagens à nós, mulheres...
DECLARAÇÃO DE AMOR PARA AS MULHERES
(Única espécime 99% perfeita e vejam porque não é 100%)
Texto de Sérgio Gonçalves
Redator da Loducca, publicado no jornal da agência.
Se uma memória restou das festinhas e reuniões familiares da minha
infância foi a divisão sexual entre as pessoas: mulheres de um lado,
homens do outro.
Não sei se hoje isso ainda ocorre. Sou anti-social a ponto de não
freqüentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me
credencia a emitir juízo. Mas era assim que a coisa rolava naqueles
tempos.
Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e
solitário, o que me permitia ficar quieto observando tudo.
Bom, rapidinho verifiquei que o apartheid sexual ia muito além das
diferenças anatômicas. A fronteira era determinada pelos pontos de
vista,
atitude e prioridades.
Explico: do lado masculino imperava o embate das comparações e
disputas.
Meu carro é mais potente, minha TV é mais moderna, meu salário é maior,
a
vista do meu apartamento é melhor, o meu time é mais forte, eu dou 3
por
noite e outras cascatas típicas da macheza latina.
Já do lado oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre
ligadas ao sentir. Falava-se de sentimentos, frustrações e recalques
com
uma falta de cerimônia que me deliciava.
Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como fofoca.
Discordo.
Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita paixão
pelas
mulheres.
Constatem, é fácil. Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru,
freqüentando e levando bomba no bê-á-bá da vida, as mulheres já chegam
na
metade do segundo grau.Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem
preocupações de
ordem prática.
Ela brinca de casinha e aprende a dar um pouco de ordem nas coisas.
Ela pede uma bonequinha que chama de filha e da qual cuida,
instintivamente,
como qualquer mãe veterana. Ela fala em namoro mesmo sem ter uma idéia
muito
clara do que vem a ser isso. Em outras palavras, ela já chega sabendo.
E o que não sabe, intui. Já com os homens a historia é outra.
Você já viu um menino dessa idade brincando de executivo? Já ouviu
falar de algum moleque fingindo ir ao banco pagar as contas? Já
presenciou
um bando de meninos fingindo estar preocupados com a entrega da
declaração
do Imposto de Renda? Não, nunca viram e nem verão.
Porque o homem nasce, vive e morre uma existência juvenil. O que varia
ao
longo da vida é o preço dos brinquedos.
E aí reside a maior diferença: o que para as meninas é treino para a
vida,
para os meninos é fantasia, é competição. É fuga. Falo sem o menor
pudor.
Sou direto. Sou assim. Todo homem é assim. Em relação ao relacionamento
homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado. Sempre consegui
enxergar a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios
estéticos vigentes ela inexistia.
Porque toda mulher é linda. Se não no todo, pelo menos em algum
detalhe.
É só saber olhar. Todas têm sua graça.
E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz
idolatrar os ícones de cafajestismo, sempre me apaixonei perdidamente
por
todas as incautas que se aproximaram de mim. Incautas não por serem
ingênuas, mas por acreditarem.
PORQUE TODA MULHER ACREDITA FIRMEMENTE NA POSSIBILIDADE DO HOMEM
IDEAL.
E esse é o seu único defeito.